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Artigo Luiz Carlos Bohn: Salvando pessoas e empresas

Artigo Luiz Carlos Bohn: Salvando pessoas e empresas

Sindilojas 20.mar.2020

A epidemia do Covid-19 trouxe desafios inimagináveis para o Brasil e para o mundo. Nesse momento temos apenas duas certezas. A crise epidemiológica vai levar muitas vidas e a crise econômica vai gerar muito desemprego e elevar a pobreza. Ou seja, essa crise vai cobrar um preço muito elevado, tanto em vidas humanas quanto em termos de renda e emprego para a sociedade. A função dos governos, nesse momento, é tentar minimizar esses dois efeitos. Temos de tentar salvar vidas ao menor custo possível em termos de emprego e renda.

Não há uma receita de bolo para atacar esse colapso. Alguns países optaram pelo chamado shutdown, ou seja, o fechamento total e compulsório da circulação das pessoas e da economia. Esse procedimento reduz a circulação do vírus, mas cobra um preço muito elevado para a economia. Em outros países a opção foi por uma quarentena seletiva da população mais em risco, isso é, idosos e aqueles com doenças respiratórias pré-existentes. Em ambos os casos é sempre importante elevar as medidas de higiene e distanciamento social.

No que diz respeito à economia, precisamos preservar as empresas para que elas estejam presentes daqui a algumas semanas para ajudar na retomada do crescimento. São as empresas que produzem e distribuem os bens e serviços que dão qualidade de vida às pessoas e geram a riqueza da sociedade. São elas que geram empregos. Sem empregos e sem produção e circulação de bens e serviços não há arrecadação de tributos e serviços públicos.

Os governos federal e estadual já anunciaram algumas medidas nesse sentido. Precisamos que elas sejam efetivadas e ir além, com iniciativas no sentido de reduzir e adiar despesas que permanecerão enquanto as receitas sofrem impacto severo, especialmente para as empresas do comércio, serviços e turismo, mais afetadas pela crise. Diferimento das obrigações tributárias e de crédito, flexibilização de programas de parcelamento vigentes e calendários de pagamentos, inclusive, de pessoas físicas, e garantia de serviços essenciais, com carência de prazos, são exemplos.

A economia não é algo distante, imaterial. A economia são pessoas, empregos, produção. No momento, temos de preservar as pessoas e as empresas, das quais as pessoas dependem.

*Artigo publicado originalmente no jornal Zero Hora desta sexta-feira, dia 20 de março.

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