Os notebooks e desktops (computadores de mesa) se tornaram objetos essenciais para atividades como trabalho, estudo e entretenimento. A pesquisa anual realizada pelo FGVcia sobre o setor da Tecnologia da Informação (TI) aponta que, em 2023, o Brasil irá ultrapassar o número de 216 milhões de computadores, representando 1 por cada habitante. Com a maior presença desses aparelhos no lar dos brasileiros, é preciso saber como e quando fazer a sua manutenção para estender o tempo de vida útil e aproveitar ao máximo a tecnologia oferecida.
Segundo o docente do curso de Desenvolvimento de Sistemas do Senac Santa Maria, Giuliano Lanes de Almeida, existem dois tipos de manutenção: a corretiva e a preventiva. A manutenção corretiva é quando já existe um problema que impede parcial ou totalmente o uso do notebook, ou desktop. A manutenção preventiva é feita para remover os principais vilões dos equipamentos eletrônicos, a umidade e a poeira. “A umidade é responsável pela oxidação dos componentes presentes na placa mãe e memória, já o acúmulo de pó contribui para o superaquecimento dessas peças. Realizar a manutenção preventiva dos nossos computadores e notebooks aumenta muito sua durabilidade que varia conforme o tempo de uso, fatores ambientais/regionais, tais como praia (maresia), regiões úmidas (umidade no ar), regiões secas (poeira suspensa) e regiões poluídas (partículas suspensas no ar)”, informa.
Computadores e notebooks sem manutenção costumam apresentar problemas recorrentes e específicos. O especialista alerta que a falta de manutenção preventiva causa lentidão nas máquinas devido ao superaquecimento interno. “O superaquecimento é causado, principalmente, pelo excesso de poeira dentro dos computadores e notebooks, levando a interrupção total da exaustão do ar quente interno. Esse pó se acumula sobre a ventoinha e os dissipadores de calor, impedindo a saída do ar quente para fora do gabinete desses aparelhos. Os notebooks são mais sensíveis ao calor, pois seu gabinete é reduzido em relação aos desktops, o que leva a um aquecimento maior e mais rápido após o início de sua utilização”, explica
O docente recomenda que, sempre antes da entrada do verão, o usuário busque um técnico de sua confiança para realizar uma manutenção preventiva. “O procedimento inclui a limpeza, higienização e troca de pasta térmica, do seu note ou computador, em troca, o equipamento vai lhe entregar mais desempenho e durabilidade”, ressalta.
Vamos falar sobre criatividade? No próximo dia 06 de dezembro, o Lab Fecomércio-RS recebe Cristiano Ribeiro, professor na Escola de Tecnologia da Faculdade do Senac e da UniRitter para falar sobre ‘Criatividade e Subversão’ durante mais uma edição do Lab Talk. Formado em Design, com mestrado em Design Estratégico, Ribeiro possui experiência em ilustração e animação para publicidade, mercado editorial e educação. O evento acontece às 10h presencial no Lab Fecomércio-RS, com transmissão on-line pelo YouTube da Fecomércio-RS. Se inscreva aqui.
O Lab Talk é o evento do Lab Fecomércio-RS para conectar pessoas interessadas em assuntos relacionados à inovação, empreendedorismo e transformação digital. Saiba mais em fecomercio-rs.org.br/labtalk.
O comércio de bens, serviços e turismo é o maior setor da economia, em produção e emprego. No Rio Grande do Sul, é responsável por 54% do Produto Interno Bruto (PIB) e 54,3% dos trabalhos formais, o que o torna diretamente do crescimento e do desenvolvimento da economia do Estado como um todo. Por esse motivo, a Fecomércio-RS está entregando um documento para os candidatos ao governo estadual e a deputados sobre as pautas defendidas pela entidade. A agenda institucional contém temáticas como o teto de gastos públicos, pagamento da dívida pública, gestão técnica nas secretarias para maior eficiência dos serviços de saúde e educação, privatizações, concessões à iniciativa privada e promoção de atrações turísticas locais.
O documento destaca, principalmente, fatores ligados ao ICMS como garantia de não elevação das alíquotas, revisão do regime de Substituição Tributária, extinção completa do Diferencial de Alíquotas (Difal), Novo Simples Gaúcho, fim da Guia de Informação e Apuração de ICMS do Simples Nacional, programa de refinanciamento de dívidas decorrentes da pandemia e acesso ao duplo grau de jurisdição administrativa. Além disso, uma pauta constante da entidade é o combate ao comércio informal. Para isso, entre as sugestões estão a criação do Conselho Estadual de Combate à Informalidade, a ampliação das ações de fiscalização e a fiscalização de cumprimento da Lei 15.182, que pune negócios nessa situação.
A entidade defende, ainda, a extinção do Piso Regional, por reduzir a eficiência do sistema de negociações coletivas de salários e contribuir para aumentar a informalidade no mercado de trabalho, e uma participação ativa do Executivo nos projetos do Governo Federal e Congresso Nacional, que determinam grande parte das regras que moldam o ambiente de negócios no Estado.
“A Fecomércio-RS, maior entidade representativa do setor terciário gaúcho, tem o dever de aproveitar o momento de renovação da gestão pública e participar do debate eleitoral para reforçar pautas para uma agenda que busque acelerar o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, ressalta o presidente da instituição, Luiz Carlos Bohn.