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Transformação Digital: Fecomércio-RS marca presença na 8ª edição da Feira Brasileira do Varejo


Um encontro de especialistas em inovação que debaterão as transformações digitais e de cultura que o varejo passou nos últimos anos, em especial na pandemia, quando muitas empresas precisaram se reinventar para manter seus negócios em funcionamento. Esta é a proposta do painel “Retail Revolution By Fecomércio” que o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac apresentará no dia 09 de agosto, das 19h30 às 21h, durante a 8ª edição da Feira Brasileira do Varejo (FBV).

A atividade terá a participação especial do CEO e cofundador da Summit Hub, Marcus Rossi; e do publicitário e diretor comercial da Valdac Global Brand, Wesley Ribeiro. O gerente de Educação Profissional do Senac-RS, Ariel Berti, será o mediador do painel e, também, trará a atuação da Fecomércio-RS em relação à transformação digital. Segundo Berti, as transformações que já estavam em andamento, tais como o uso do e-commerce e de lojas mais inteligentes, possuem potencial para transformar o setor e suas operações. Já para o CEO da Summit Hub são inúmeros os aspectos que contribuem para esse processo de transformação. “Costumo falar nas minhas palestras sobre a potência da nova economia para os negócios. Entender que não existe inovação sem erro e que, por isso, as empresas devem desenvolver a cultura do teste. Consequentemente, o desconforto acaba fazendo parte da rotina”, ressalta Rossi.

Na ocasião, Ribeiro vai tratar sobre essa aceleração da transformação digital em que muitas redes de varejo tiveram como única opção a venda dos seus produtos e serviços por meio das redes sociais e, principalmente, como ficará o cenário varejista no pós-pandemia. “É importante falar sobre a necessidade de os varejistas aprenderem a operar e vender nessas mídias, especialmente porque isso ganhou um destaque muito forte com a pandemia. Há muitos cases de sucesso de grandes redes que estão comercializando por meio de lives, além do legado que fica para o cliente que se isolou em casa e mesmo assim não deixou de receber esses produtos e serviços em seu lar”, destaca o publicitário com 25 anos de atuação no varejo.

A 8ª edição da Feira Brasileira do Varejo (FBV) será no formato 100% on-line e gratuito. Realizado pelo Sindilojas Porto Alegre, o evento ocorrerá nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de agosto. Mais informações e inscrições pelo site www.feirabrasileiradovarejo.com.br.

CNC: confiança do comerciante sobe novamente e volta à zona de satisfação


A confiança do comerciante brasileiro cresceu pela segunda vez consecutiva em julho, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O indicador seguiu ascendendo em um ritmo forte, com avanço de 11,7% em relação ao mês anterior, chegou a 107,8 pontos e voltou para a zona de satisfação, o que não acontecia desde março deste ano. Em comparação com julho de 2020, o crescimento foi ainda maior: 55,6%.

O resultado renovou a tendência otimista verificada em junho, quando o Icec registrou crescimento mensal de 12,2% e encerrou um período de cinco quedas seguidas. “O índice passou a refletir o alento das expectativas dos comerciantes quanto à evolução das medidas de estabilização econômica. A avaliação positiva retrata, principalmente, a percepção de que as condições gerais da economia estão mais favoráveis”, afirmou o presidente da CNC, José Roberto Tadros, acrescentando que o avanço da vacinação permite ao País vislumbrar um segundo semestre melhor para o ambiente de negócios.

Com os fortes avanços nos dois últimos meses, o Icec se aproximou do nível de satisfação alcançado em novembro do ano passado (108 pontos). “Isso reforça a relevância desse resultado, pois as perspectivas nesse período de 2020 eram boas por conta da esperança com as vendas de fim de ano”, ressalta Antonio Everton, economista da CNC responsável pela pesquisa. Segundo ele, fatores como a disponibilização da terceira versão da linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) também podem ter contribuído para a melhora da percepção dos empresários neste mês.

Subíndices voltam a subir

Em julho, todos os componentes do Icec cresceram – o que não acontecia desde setembro de 2020. O destaque ficou por conta do indicador que avalia as condições atuais da economia, do setor e da empresa, que apresentou crescimento mensal de 29,2%, atingindo 81,5 pontos. Especificamente em relação à situação econômica do País, houve uma percepção positiva mais significativa, com 35,8% do total de entrevistados afirmando que a economia melhorou, contra 24,8% no mês anterior. Este resultado impactou diretamente o subíndice que mede as intenções de investimento do empresário do comércio, que avançou 8,5% na comparação com junho.

Lembremos dos comerciantes


Criado pela Lei nº 2048, de 26 de outubro de 1953, o Dia do Comerciante (16 de julho) homenageia a data de nascimento de José Maria da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu, patrono do comércio brasileiro. Deputado, senador e secretário da Fazenda Real, recebeu o feito por suas iniciativas em prol do desenvolvimento das relações comerciais do Brasil com o exterior na época da Independência. Foi o responsável pela obtenção de leis que beneficiaram o iniciante comércio brasileiro da época. Com esta data, lembremos daqueles que sofreram com o fechamento indiscriminado das atividades comerciais no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Segundo os números da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), quase 10 milhões de empreendedores tiveram de encerrar seus negócios no Brasil em 2020, afetados principalmente pelas medidas de fechamento impostas durante a pandemia de coronavírus. Neste cenário, vidas acabavam em UTIs superlotadas, festas clandestinas seguiam acontecendo e locais públicos continuavam com ampla circulação e aglomeração de pessoas. Já o comércio – que sempre obedeceu às leis, seguiu todos os protocolos de segurança sanitária e garantiu ambientes controlados – é que se viu obrigado a fechar as portas mais de uma vez.

Como se não bastassem as árduas lutas diárias contra a alta carga tributária e a quantidade de dificuldades proporcionadas pela burocracia no Brasil, os comerciantes, principalmente os de microempresas, ainda se encontraram em um esforço hercúleo para darem seguimento aos seus negócios em razão da instabilidade do momento. Enquanto muitas autoridades tratavam o comércio como vilão, muita coisa foi perdida: vidas, empregos, rendas e sonhos. É preciso valorizar e saudar um dos setores que mais empregam no nosso País.

Em dezembro de 2020, foi o único com saldo positivo, gerando 62.599 empregos, segundo dados divulgados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No Rio Grande do Sul, do total de 29,7 mil empregos criados com carteira assinada em novembro do ano passado, 11.317 postos foram gerados pelo comércio. Que nossos governantes olhem para a data de hoje e reconheçam o comércio e tudo que o setor faz em prol do Rio Grande do Sul e do Brasil.

*Artigo publicado originalmente no Jornal do Comércio de sexta-feira, dia 16 de julho.

Dicas de preparação para o Enem 2021: professor do Revisional do Sesc dá orientações para os candidatos


Até o dia 14 de julho, o Enem 2021 recebe inscrições e começa um período mais intenso de estudos para a preparação da prova, que ocorre nos dias 21 e 28 de novembro. Além da revisão dos conteúdos, a preocupação com a organização da rotina pode ser determinante para o sucesso no resultado. Para auxiliar os candidatos no reforço das disciplinas, o Sesc tem vagas gratuitas disponíveis para o Revisional Enem, com uma plataforma de conteúdos e aulas síncronas para jovens que estão no terceiro ano ou tenham concluído o Ensino Médio nos últimos dois anos (confira abaixo os requisitos para participar). As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de julho pelo site https://escolasesc.net/processos-admissionais/admissao-revisional ou https://airtable.com/shriZkZTX2BxMpKmp.

O projeto realizado no Rio de Janeiro nas comunidades próximas à Escola Sesc de Ensino Médio (Esem) ultrapassou as fronteiras desde o ano passado, quando foi preciso adaptar as aulas para o ambiente virtual. Com isso, alunos de todos os Estados podem acessar o conteúdo. “O cenário da educação no Brasil mudou muito nesse último ano e abriu um hiato ainda maior entre o ensino público e o privado. Sabemos que muitas pessoas não conseguem ter acesso à internet, mas essa iniciativa busca reduzir um pouco essas lacunas como um reforço das matérias que poderão estar na prova”, explica o professor da Esem e do Revisional Enem, Antônio Henrique de Castilho Gomes.

Para Gomes, a organização e o equilíbrio entre os estudos e a vida social são fatores que devem ser observados pelos candidatos. “Construir um cronograma prevendo quais disciplinas têm mais ou menos dificuldades, e quais têm peso maior para sua escolha de curso é muito importante. Principalmente, para não gerar uma sobrecarga e cansaço na véspera da prova. Isso também ajuda a manter uma saúde mental e física, pois quando prevemos os horários temos doses terapêuticas de estudo e podemos ter um equilíbrio com a vida social e momentos de lazer”, indica o professor. Além disso, manter-se atualizado com os acontecimentos no país e no mundo é essencial para o Enem, pois as questões muitas vezes estão relacionadas a assuntos do cotidiano assim como os temas de redação. “Por fim, fazer e refazer exercícios, provas de edições anteriores recentes e redações também devem fazer parte desse período de preparação”, esclarece. Confira abaixo cinco dicas do professor.

Mesmo em meio à pandemia, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac segue próximo da comunidade gaúcha. Seguindo as recomendações das autoridades e mantendo os cuidados com a saúde de todos, os serviços continuam sendo entregues e fizeram diferença na vida de milhares de pessoas em 2020, que passaram a ter à disposição alternativas virtuais de produtos e serviços. O portal www.pertodevc.com.br segue com programação on-line e gratuita em variadas áreas como: empreendedorismo, educação, esporte, saúde, cultura, lazer e ação social. 

 

Dicas para preparação para o Enem 2021

 

1) Construir cronograma de estudos – delimitar o tempo para cada disciplina, levando em conta as com mais e menos dificuldade, e as que têm peso maior na seleção do curso escolhido. Porém, Gomes lembra que um bom número de acertos nas disciplinas que não são prioritárias para o curso de escolha pode ser um diferencial dos demais candidatos.

2) Manter-se atualizado e atento ao seu entorno – é importante estar por dentro das notícias do Brasil e do mundo. Ter um bom repertório é favorável para a resolução das questões e, principalmente, para o desenvolvimento da redação.

3) Cuidar bem da saúde física e mental – descansar o corpo e a mente são relevantes para não ter cansaço próximo da prova. Com o cronograma, é possível equilibrar os estudos, com a prática de esportes, vida social e momentos de lazer.

4) Fazer exercícios e provas anteriores – treinar com as edições anteriores recentes das provas do Enem e de vestibulares ajuda a compreender a estrutura da prova e criar estratégias para o dia do teste. Cronometrar o tempo de resolução também é importante para cumprir o prazo sem precisar se apressar. 

5) Investir na redação – escrever e reescrever textos, utilizando temas de outras edições. Se tiver acesso a um professor para corrigir, é interessante mostrar os textos para saber o que melhorar.

 

Revisional Enem 2021 – Sesc


Inscrições: gratuitas até dia 23 de julho pelo site https://escolasesc.net/processos-admissionais/admissao-revisional ou https://airtable.com/shriZkZTX2BxMpKmp

 

Requisitos para participar:

– Estar regulamente matriculado no terceiro ano do Ensino Médio ou ter concluído o Ensino Médio;

– Dispor de internet adequada para acessar a plataforma;

– Apresentar comprovante de matrícula no terceiro ano ou histórico (ou certificado ou declaração) de conclusão do ensino médio;

– Ter idade mínima de 16 anos.

 

Além das questões anteriores, o candidato precisa comprovar mais um dos seguintes critérios:

– Ser oriundo de escola pública ou

– Ser (ou ter sido) 100% bolsista de Escola privada e ter renda familiar bruta de até três salários mínimos nacionais ou

– Ser (ou ter sido) oriundo de Escola do Sesc e ter renda familiar bruta de até três salários mínimos nacionais, ou

– Ser dependente de comerciário e ter renda familiar bruta de até três salários

mínimos nacionais.

Percentual de famílias gaúchas endividadas atinge o maior nível desde maio de 2011, mas indicadores de inadimplência seguem baixos


Divulgada nesta quarta-feira, dia 07, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência da Fecomércio-RS (PEIC-RS) registrou o percentual de famílias endividadas da ordem de 78,6%. Esse é o maior percentual desde maio de 2011, em que houve o registro de 80,4%. Conforme as edições anteriores, o endividamento segue apresentando aumentos sucessivos simultâneos à queda nos indicadores de inadimplência. O percentual de famílias com contas em atraso atingiu os 20,8%, enquanto que em junho do ano passado era de 27,8%.  Ainda, o percentual de famílias que não terão condições de quitar seus compromissos dentro dos próximos 30 dias foi de apenas 5,0%, o menor percentual desde novembro de 2018 (4,7%).

O aumento do percentual de famílias endividadas vem ocorrendo em um contexto de aumento da inflação, de redução nos valores e no alcance do auxílio emergencial. Diante deste quadro, ao que parece, o crédito se torna uma alternativa para recompor a renda dos indivíduos. Contudo, como a recuperação do mercado de trabalho segue bastante lenta e ainda há muita incerteza, as pessoas têm sido mais cautelosas ao tomar crédito. A parcela da renda comprometida com o pagamento de dívidas (20,4%) e o prazo de comprometimento com dívidas têm sido menor (5,5 meses). O tempo de atraso também diminuído mostrando também um maior planejamento da gestão das finanças domésticas.

“As pessoas aprenderam que evitar a inadimplência é fundamental para assegurar o acesso ao crédito, tão necessário neste período em que o poder de compra se encontra reduzido em virtude da queda da renda e da pressão inflacionária”, comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. Ele ainda reforçou que nos próximos meses, porém, o aumento das taxas de juros e a persistência da inflação podem perturbar esse rumo sustentável que demonstram os indicadores de inadimplência.

Descubra suas habilidades para gestão de equipes com teste gratuito do Senac-RS


Fazer a gestão de equipes não é uma tarefa fácil. Ter a capacidade de organizar, comunicar, lidar com diferenças e conflitos são algumas das habilidades que as organizações esperam dos gestores. Mas como saber se a gestão de equipes está sendo feita de forma correta? O Senac-RS preparou um teste rápido e prático que ajudará a identificar o nível de desenvolvimento do participante para fazer a gestão de pessoas.

O questionário conta com 16 questões e, para cada uma das afirmações, é preciso marcar a opção que melhor representa o comportamento atual do participante, além de responder as perguntas como realmente age, e não como pensa que deveria ou gostaria de agir. Então, está curioso para saber como estão as suas habilidades para fazer a gestão de equipes? Para participar, basta acessar o link www.senacrs.com.br/autoconhecimento/gestao_equipes/.

Depois de responder o quiz, serão geradas pontuações interativas e dicas visando analisar ações, mapear habilidades e colocar em prática orientações valiosas para fazer uma perfeita gestão de equipes. Mais informações podem ser conferidas em www.senacrs.com.br

CNC: semestre encerra com 70% das famílias brasileiras endividadas


O primeiro semestre do ano se encerrou com o maior percentual de famílias endividadas no País desde 2010. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que em junho de 2021 essa porcentagem chegou a 69,7%, alta de 1,7 ponto percentual em relação a maio e de 2,5 pontos em comparação a junho de 2020. Pela segunda vez seguida, houve também alta na inadimplência.

O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso alcançou 25,1% em junho, acima do nível de maio, porém 0,3 ponto percentual abaixo do apurado em junho de 2020. A parcela das famílias que declararam que não terão condições de pagar contas ou dívidas e que permanecerão inadimplentes também aumentou de 10,5% para 10,8% na passagem mensal. O indicador está, no entanto, 0,8 ponto abaixo do observado em junho de 2020.

José Roberto Tadros, presidente da CNC, explica que o orçamento das famílias na pandemia tem sido diretamente comprometido por fatores extras, como inflação mais elevada e o valor reduzido do auxílio emergencial. “Ainda que os indicadores de inadimplência se encontrem mais baixos na comparação anual, os números mostram que as famílias têm se endividado mais ao longo do ano para conseguir manter algum nível de consumo, respaldadas por uma frágil segurança no mercado trabalho, e preços mais altos dos itens de primeira necessidade”, aponta.

Famílias de menor renda sofrem mais com a inadimplência

O endividamento por grupos de renda apresentou novamente tendências semelhantes em junho, com as famílias nos dois grupos de renda atingindo proporções recordes de dívidas. Para as que ganham até dez salários mínimos, o percentual de famílias endividadas saltou de 69% para 70,7% do total de famílias. Em junho de 2020, 68,2% das famílias nessa faixa estavam endividadas. Para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, a proporção do endividamento também teve incremento forte: de 64,2% para 65,5% em junho, ante 60,7% em junho de 2020.

Com relação à inadimplência, a proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso na faixa de até dez salários mínimos aumentou de 27,1% em maio para 28,1% em junho, embora esteja na menor proporção desde dezembro de 2020. No grupo com renda superior a dez salários mínimos, o percentual manteve-se estável em 11,9% na passagem mensal, mas é segundo maior percentual do indicador para meses de junho.

A proporção das famílias que se declararam muito endividadas segue aumentando desde março e chegou a 14,7%, maior parcela desde julho do ano passado. Izis Ferreira, economista da CNC responsável pela pesquisa, esclarece ainda que o tempo médio de comprometimento do brasileiro com dívidas tem aumentado, diante de fatores como juros ainda baixos, que possibilitam a renegociação de dívidas e estimulam as modalidades de financiamento, com prazos mais longos.

“As dívidas das famílias têm se alongado no período acima de um ano. O crédito vem ajudando o brasileiro, atua na recomposição de renda, mas a cada mês nós tememos que o orçamento familiar atinja um patamar de dificuldade que impeça ainda mais o consumo e dificulte a reorganização da economia”, resume a especialista, destacando que as ferramentas de incentivo social dos governos têm ajudado a evitar um problema maior, principalmente na inadimplência.

Dívida no cartão alcança novo recorde

A proporção das famílias que utilizam o cartão de crédito como principal tipo de dívida alcançou a máxima do indicador: 81,8% do total de famílias. Entre as famílias com mais de dez salários mensais, o cartão é o principal tipo de dívida para 82,6% delas. Crédito pessoal, carnês de lojas e financiamento de carro também se destacaram entre as modalidades mais procuradas em junho.

Sindilojas-Bagé, apoia a 2ª Carreata Comemorativa de Bagé


O Sindilojas-Bagé, está apoiando a Carreata Comemorativa de Bagé, organizada por Mariane Santana Carvalho Fernandes, Naira Adelaide Wayne Perdomo e Rosa Alice de Salles. O evento já caminha para sua 2ª Edição, contanto com empresários, associações e o público em geral, que podem mostrar seus produtos e serviços durante o percurso.

Para participar, os interessados deverão fazer a inscrição a partir do dia 05 de Julho, através dos contatos: (53) 99963-9880 ou (53) 99975-6827. A saída será as 10h30min na Praça Santos Dumont, com concentração as 9h30min do mesmo dia.

Veja os Detalhes:

ROTEIRO
Saída: Praça Santos Dumont/Bairro Getúlio Vargas
Rua: Carlos Barbosa

ITINERÁRIO
Avenida Presidente Vargas – sinaleira
Marechal Floriano (D) – Vila vicentina
Paulo Correa Lopes (E) – Bella Italia
Tupy Silveira (E) – Urcamp
Avenida Sete de Setembro – Praça Rio Branco/Praça Esporte
Conde de Porto Alegre (E) Igreja de São Sebastião/Panela do Candal
Avenida João Telles (E) Museu Dom Diogo de Souza
Bento Gonçalves (D) Praça Júlio de Castilhos
Avenida Caetano Gonçalves (E)
Chegada: Largo do Centro Administrativo

Varejo de Vestuário: Fecomércio-RS faz levantamento sobre a situação atual do segmento mais afetado pela pandemia


Mais de um ano após o início da pandemia, um dos segmentos mais afetados pelas restrições das atividades do comércio relatou na Sondagem da Fecomércio-RS como tem enfrentado o período. A Sondagem de Vestuário, divulgada nesta terça-feira, dia 29, pela Federação, aponta três destaques nessa edição: o custo das mercadorias para revenda, o preço dos aluguéis e o resultado da maior presença nos meios digitais.

A pesquisa aponta que os produtos ficaram mais caros já que 46,2% dos entrevistados afirmaram que o aumento dos custos foi repassado integralmente para os preços dos produtos. Do restante, 30,9% afirmam que os repasses foram parciais, 10,4% disseram que houve aumento nos custos, mas não houve o repasse, enquanto 12,5% relataram não ter tido aumento de custos das mercadorias para revenda. Com relação às dificuldades de aquisição de estoques, 33,2% relataram dificuldades pontuais (com alguns fornecedores), enquanto para 5,2% as dificuldades são generalizadas.

Outro ponto de interesse da Sondagem foram os preços dos aluguéis. Em 45,1% das respostas, os estabelecimentos apontaram que o aluguel foi reduzido apenas durante o período em que o estabelecimento foi obrigado a fechar suas operações. Para 18,9% dos estabelecimentos houve a redução permanente do aluguel até o período presente. Já para 20,9% dos entrevistados não houve redução do aluguel no período, mas também não ocorreu o reajuste. Para os 15,0% restantes não houve redução do valor, e houve o reajuste.

Os entrevistados também foram questionados quanto às reações à crise. Nesse sentido, o uso de redes sociais já é adotado por 94,5% dos entrevistados. Ainda, 61,2% afirmaram ter tomado ações no sentido de reforçar sua presença online. Destes, 82,4% relataram que o esforço trouxe bons resultados. “Antes os consumidores iam às lojas. Agora as lojas precisam ir até os consumidores, que estão no meio digital. Os números são claros mostrando que as empresas que apostaram, com estratégia, no digital estão colhendo bons resultados”, explicou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Para o futuro, 70,4% dos respondentes acreditam que haverá alguma melhora nas vendas para os próximos seis meses, 26,5% esperam que as vendas fiquem estáveis e 3,2% estão mais pessimistas e acreditam na piora das vendas. Em relação à economia brasileira, 70,4% acreditam que haja melhora, 23,9% acreditam na estabilidade da atividade, ao passo que 5,7% esperam que a situação piore.

Sobre a Sondagem: a pesquisa para a Sondagem de Segmentos – Varejo de Vestuário ocorreu de 24 de maio a 17 de junho de 2021. No total, foram realizadas 385 entrevistas em todo o Estado com estabelecimentos do Simples Nacional. Entre os estabelecimentos entrevistados, 52,2% das empresas tinham dez anos ou mais e 68,8% tinham até cinco funcionários.

Veja aqui a Sondagem completa.

Fecomércio-RS lança e-book “Pix: oportunidades para as empresas e novidades para 2021”


Lançado em novembro de 2020, o Pix já está consolidado como uma das principais formas de pagamento no Brasil, superando outras como boleto, TED e DOC. Apesar de muito popular, algumas dúvidas em relação ao meio de pagamento ainda são comuns, especialmente entre as empresas. Para esclarecer as principais questões, a Fecomércio-RS realizou a live “Pix: oportunidades para as empresas e novidades para 2021” neste mês de junho. As principais informações divulgadas no encontro estão, agora, consolidadas no e-book sobre o tema.

A live teve como convidada especial a assessora técnica do Banco Central, Mayara Yano, e apresentação da economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo. No e-book, são apresentadas questões como de que forma os empresários podem disponibilizar o Pix aos seus clientes, as necessidades de adaptação de sistema e regras em relação às tarifas que podem ser cobradas em determinadas situações. Além disso, a publicação reúne informações sobre as novidades do Pix previstas para 2021 e em relação ao papel do Banco Central quanto a outras formas de pagamento instantâneas, como o Whatsapp Pay.

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