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Unidos contra o vírus, todos pela vacina


A vacinação é um passo importantíssimo para que os brasileiros se protejam da Covid-19 e voltem às suas atividades presenciais. Por isso, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac apoia a disseminação das informações e estimula os gaúchos a ficarem atentos às orientações quanto à imunização proposta pelas secretarias de saúde de cada município.

Com a completa imunização dos idosos do Rio Grande do Sul, está iniciando uma fase bastante importante e para a qual precisamos estar também atentos: a vacinação de pessoas com comorbidades, que tem prioridade e já começou em alguns locais.

Pensando em apoiar as empresas do comércio, seus trabalhadores e a comunidade gaúcha, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac destaca nesta página a lista de comorbidades consideradas pelo Ministério da Saúde para organizar as filas de vacinação. Além disso, colocamos nossa área técnica de saúde à disposição para esclarecer dúvidas sobre esta etapa.

Fique atento às informações que recebe e acompanhe os dados sempre em canais oficiais como os disponibilizados pelo Ministério da Saúde e Secretaria Estadual da Saúde do RS.

“Conforme for sendo concluída a vacinação dos idosos em cada cidade, esta importante fase já será iniciada e a nossa expectativa é que os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo estejam atentos à lista de comorbidades. Estar informado e consciente será fundamental para encaminharmos, de forma segura, a volta à nossa rotina de atividades presenciais.

Contamos com todos os gaúchos neste trabalho de conscientização e na disseminação de informações corretas e positivas. O nosso objetivo é estimular as pessoas a continuarem se cuidando e alertá-las quanto às orientações das secretarias de saúde de cada município. Só assim, organizados, poderemos vencer a pandemia.”

Presidente Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac – Luiz Carlos Bohn

 

 

 

 

 

A Fecomércio-RS também apoia a campanha “Gaúchos Unidos pela Vacina”. O movimento é uma frente de atuação local do projeto nacional “Unidos pela Vacina”, tendo o intuito de acelerar o processo e mitigar os gargalos da vacinação no Rio Grande do Sul. A mobilização também objetiva informar e conscientizar a população gaúcha quanto à importância da vacinação (e da segunda dose) para vencermos a pandemia e, ao mesmo tempo, mobilizar entidades parceiras e grupos de comunicação locais em prol da mesma causa.

 

Lista de comorbidades

Confira abaixo a lista de comorbidades que terão prioridade para a vacinação, conforme a organização de cada município:

Grupo de Comorbidades Descrição
Diabetes Mellitus Indivíduos com diabetes mellitus.
Pneumopatias crônicas graves Indivíduos com pneumopatias graves, incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática).
Hipertensão Arterial Resistente (HAR) HAR= Quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou PA controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos.
Hipertensão arterial estágio 3 PA sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade.
Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade PA sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade.
Insuficiência cardíaca (IC) IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association.
Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar. Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária.
Cardiopatia hipertensiva Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo).
Síndromes coronarianas Síndromes coronarianas crônicas (Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, outras).
Valvopatias Lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, e outras).
Miocardiopatias e Pericardiopatias Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática.
Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas Aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos.
Arritmias cardíacas Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; e outras).
Cardiopatias congênita no adulto Cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico.
Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardiodesfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência).
Doença cerebrovascular Acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular.
Doença renal crônica Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica.
Imunossuprimidos Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas.
Anemia falciforme Indivíduos com anemia falciforme.
Obesidade mórbida Índice de massa corpórea (IMC) ≥ 40.
Síndrome de down Trissomia do cromossomo 21.
Cirrose hepática Cirrose hepática Child-Pugh A, B ou C.

* Fonte: BRASIL, Ministério da Saúde, Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19, 5ª edição, 2021.

 

Incentive a vacinação!

Baixe aqui materiais produzidos especialmente para que você compartilhe com a sua rede de contatos, mostrando seu estímulo à vacinação.

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Campanha Unidos contra o vírus

Lançada em dezembro de 2020, a campanha Unidos contra o vírus tem como objetivo conscientizar a sociedade, governo, empresas e instituições sobre a importância da união contra a Covid-19. A economia gaúcha já sofreu demais com a pandemia. Por isso, a iniciativa reforça a importância de todos  agirem com responsabilidade para evitarmos o agravamento da situação.

A iniciativa também dá continuidade à campanha O comércio quer trabalhar, lançada em junho de 2020 com o intuito de sensibilizar a sociedade e o governo de que o fechamento das atividades comerciais não contribui na propagação da pandemia, pelo contrário, expõe empresas e famílias, sem renda, a situações que também adoecem.

Quer saber quais as ações que a Fecomércio-RS realiza para mitigar os impactos da pandemia?

Clique aqui e confira. 

Somente juntos podemos combater a propagação da Covid-19.   

Apoie a campanha
#UnidosContraOVírus

CONTATO 

 

Para outras informações e dúvidas sobre esta fase da campanha de imunização, estamos à disposição pelo e-mail ascom@fecomercio-rs.org.br

Novo Decreto Estadual dispensa a exigência de emissão de contra nota


O Governo do Estado publicou nesta quarta-feira, dia 12, o Decreto nº 55.874, que dispensa a exigência de emissão de contra nota (nota fiscal de entrada) pelo adquirente nas vendas com diferimento parcial (12%) realizadas pelo contribuinte gaúcho do Regime Geral para contribuinte gaúcho optante do Simples Nacional.

A alteração, na prática, define que não será exigida a contra nota nas vendas com alíquota de 12% para empresas do Simples Nacional. Nestes casos, contudo, caberá ao remetente (vendedor) guardar a prova do efetivo destino das mercadorias para apresentação à Receita Estadual, caso solicitado. A dispensa tem efeitos retroativos para 1º de abril de 2021.

Além disso, o Decreto 55.874/21 vedou a aplicação do diferimento parcial (alíquota de 12%) nas vendas realizadas por contribuinte do Simples Nacional. Neste ponto, porém, não há efeitos retroativos, valendo a alteração a partir da publicação do Decreto. O decreto entrou em vigor na data de publicação.

Fonte: DOE

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Confiança do Comércio cai diante da piora da crise sanitária


No mês em que se completou um ano desde os primeiros impactos da pandemia, Índice de Confiança do Comércio (ICOM), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou queda de 20,3% frente ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o índice atingiu os 72,5 pontos, o menor nível desde mai/20 (67,4 pontos). Comparativamente a março de 2020, a variação do ICOM foi de -15,6%, tendo o índice passado dos 93,0 pontos para 75,1 pontos na série sem o ajuste.

A variação de -20,3% do índice, na margem, teve influência tanto da avaliação da situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 12,3%, ao passo que o Índice de Expectativas (IE-COM) teve baixa de 26,8% na margem. Com o primeiro aos 75,9 pontos e o segundo aos 70,2 pontos, ambos atingiram o menor patamar desde mai/20 (69,3 pontos e 66,9 pontos, respectivamente) na série com o ajuste sazonal. Na comparação com março de 2020, o ISA-COM teve queda de 14,4% (81,8 pontos), enquanto o IE-COM teve retração de 13,2% (70,2 pontos).

Conforme demonstram as médias trimestrais do índice, o início da pandemia provocou queda na confiança no primeiro e no segundo trimestre de 2020. No terceiro trimestre houve uma recuperação, no entanto, o quarto trimestre apresentou novamente um resultado negativo, dando sinais de enfraquecimento da recuperação. O primeiro trimestre de 2021, por sua vez, começou com variação negativa em relação ao último de 2020. O principal motivo da queda está em março, conforme captou o índice na margem. Neste mês, tanto as condições atuais quantos as expectativas refletiram os impactos do agravamento da crise e das novas medidas impostas para conter o avanço da contaminação. Quanto ao futuro, o cenário de retomada é desafiador e passa, necessariamente, pela melhora efetiva dos números da pandemia.

Decreto Publicado pelo Governador do Estado (Vigente de 22/03/2021 até 04/04/2021)


Para ver o decreto, clique no botão abaixo:
Baixar e Ver

Fecomércio-RS considera positivo o retorno da cogestão, mas sinaliza necessidade de revisão dos protocolos e retorno das atividades de ensino


Após sucessivos pedidos de reconsideração das medidas de fechamento do comércio e paralisação de serviços no Rio Grande do Sul, a Fecomércio-RS participou de reunião com o governador Eduardo Leite no início da noite desta terça-feira (16/03) para tratar da possibilidade de retomada de atividades comerciais. O governador Eduardo Leite anunciou a retomada do modelo de cogestão a partir de segunda-feira (22/03), em linha com apelos da entidade para que as regiões possam adequar as medidas de combate ao coronavírus de acordo com a realidade local. Ciente da gravidade do quadro atual, a entidade reafirma sua disposição a discutir soluções para engajar o setor terciário no combate à pandemia.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, participou da reunião virtual e considerou positiva a disposição do Governo Estadual em adaptar as medidas a partir da cogestão. No entanto, reforçou o pedido para que a revisão dos protocolos de bandeira vermelha não signifique o fechamento do comércio nos finais de semana. Além disso, cobrou uma solução para as atividades de ensino, diante do projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa, com o apoio da Federação, na tarde de hoje: “O comércio deve ficar aberto todos os dias, inclusive para evitar aglomerações. Precisamos também de uma solução para as atividades de educação, que não foram incluídas no modelo de cogestão, mas que foram reconhecidas como atividade essencial em votação na Assembleia Legislativa nesta terça-feira”, ponderou Bohn que recebeu como retorno do governador Eduardo Leite a reafirmação do compromisso com a abertura das atividades de educação infantil e a promessa de avaliação de novos caminhos para procurar essa reabertura, contornando a decisão do Poder Judiciário. Por fim, o presidente Bohn solicitou ao governador que todas as atividades de comércio e serviços que mais foram prejudicadas pela pandemia sejam contempladas em medidas de subsídio à concessão de crédito emergencial que venham a ser adotadas pelo governo estadual.

A Fecomércio-RS reitera a necessidade de apoio governamental para suavizar o impacto econômico das medidas adotadas durante o último mês sobre o comércio e os serviços, cobrando ações como extensão dos prazos para o pagamento de impostos, ampliação das prorrogações para todas as empresas optantes pelo Simples Nacional e criação de novas linhas de crédito. Além disso, reforça a importância da celeridade na disponibilidade de vacinas e do combate às aglomerações nos espaços públicos.

Fecomércio–RS lança 10ª edição do Mapa do Emprego


A Fecomércio-RS divulga, nesta quarta-feira, dia 10, a 10ª edição do Mapa do Emprego, com dados baseados na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) de 2019, registro mais recente disponível no país. Desde o ano passado, o Mapa tornou-se uma ferramenta interativa em que os usuários podem ter uma visão mais ampla e completa do perfil do emprego no Rio Grande do Sul. Portanto, a partir desta edição, assim como na 9ª edição, a ferramenta apresentará duas versões: a de acesso universal e a de acesso restrito aos sindicatos da Fecomércio-RS. Na versão de acesso universal, o usuário poderá ter informações do perfil do emprego formal do estado em duas dimensões geográficas, corede e município, e em três dimensões de atividade econômica (seção CNAE 2.0, divisão CNAE 2.0 e classe 2.0). Na versão para os sindicatos, há ainda informações relativas aos estabelecimentos.

Para o presidente da Fecomércio-RS, a ferramenta é um importante instrumento de disseminação da informação, algo fundamental para a tomada de decisões. “O Mapa do Emprego é um instrumento de fácil utilização que permite que os usuários tenham uma visão ampla do perfil do emprego nas dimensões geográfica e de atividade econômica, contribuindo para melhores tomadas de decisão nas empresas e a aplicação de políticas públicas mais assertivas no que diz respeito ao mercado de trabalho. No caso dos sindicatos, o Mapa do Emprego contribui para convenções coletivas mais focadas nas necessidades dos colaboradores da atividade e respeitando peculiaridades locais”, avalia Bohn.

Ao utilizar o Mapa do Emprego 2021, os usuários poderão acessar informações como número de vínculos, perfil de gênero, etário e educacional dos trabalhadores, salários médios, tempos médios de vínculo, rotatividade, número de vínculos por porte do estabelecimento contratante, tipo de contrato e por enquadramento tributário do contratante. Para conhecer o Mapa do Emprego, clique aqui.

Dados atualizados

Em 2019, o Rio Grande do Sul apresentou 2.957.621 empregos formais. Na economia gaúcha, a maior parte dos vínculos formais era ocupado por homens (53,8%) e a idade média dos trabalhadores era de 37,9 anos. A pirâmide etária gaúcha mostra que estamos envelhecendo: 42% dos vínculos formais são de pessoas com idade igual ou superior a 40 anos. Quanto à escolaridade média, 43,9% apresentavam Ensino Médio Completo, a escolaridade mais frequente entre os trabalhadores, mas 11,4% ainda eram analfabetos ou tinham apenas ensino fundamental incompleto. Em termos médios, o tempo de vínculo era de 71,6 meses e a rotatividade, excluindo os estatutários, foi de 47,0%, comparando o fluxo de contratações e desligamentos de trabalhadores entre os anos de 2018 e 2019. Quanto à remuneração, em média na economia gaúcha, o rendimento foi de R$ 2.865,32 em 2019, sendo que os homens receberam, em média, R$ 3.076,14 e as mulheres, R$ 2.619,79. Os dados mostram também que as empresas Optantes do Simples Nacional responderam por 22,46% do emprego formal em 2019.

Atenção aos Crimes Virtuais em Época de Pandemia


Aproveitando principalmente o crescimento do mercado digital, criminosos estão enviando mensagens falsas com design idêntico a serviços de pagamento, como Mercado Pago, Paypal, PagSeguro, entre outros.

As mensagens podem ser das mais variadas, e normalmente são sobre o risco de segurança do serviço de pagamento, o que causa preocupação, fazendo você clicar intuitivamente nos links e acessando uma página (falsa) para entrar e ver o que está acontecendo.

No entanto, esse formulário idêntico a página oficial do serviço, não vai a lugar algum, apenas envia os dados de acesso da sua conta a criminosos que passam a ter o controle sobre o seu serviço de pagamento.

COMO EVITAR:

Ative sempre a “verificação em duas etapas” e entre nas suas contas digitais, usando diretamente a URL oficial (ex: mercadopago.com.br, paypal.com, pagseguro.com.br). Ou simplesmente abra apenas os aplicativos oficiais.

Fique sempre atento a cada detalhe, principalmente quando o assunto envolver transações financeiras na Internet. A cada dia novos casos e novas tentativas chegam a nosso conhecimento. E nosso trabalho é informar pra que não aconteça com vocês.

Dia Internacional da Mulher


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Presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn: “A Fecomércio continua lutando e expressando sua indignação


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