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PIB cresceu 4,6% em 2021

PIB cresceu 4,6% em 2021

Sindilojas 07.mar.2022

O IBGE divulgou na manhã de hoje, dia 04 de março, o resultado do PIB de 2021. De acordo com a instituição o PIB teve crescimento de 4,6% no último ano. Do lado da oferta, o setor de Serviços teve crescimento de 4,7% e a Indústria de 4,5%. A Agropecuária foi o único setor a apresentar queda no valor adicionado (-0,2%). No caso dos Serviços, todas as sete atividades monitoradas pelo IBGE apresentaram aumento em 2021. O Comércio registrou aumento de 5,5%. Na Indústria, apenas a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, ativ. de gestão de resíduos teve recuo (-0,1%) e o destaque positivo ficou por conta da Construção (9,7%). Do lado da demanda houve aumento em todos os componentes. O investimento, depois de ter caído 0,5% em 2020 voltou a crescer ao registrar variação de 17,2% em 2021. O consumo das famílias registrou aumento de 3,6% e a despesa do Governo teve variação de 2,0%. No setor externo, as exportações avançaram 5,8%, ao passo que as importações cresceram 12,4%.

No 4º trimestre de 2021, conforme o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil apresentou variação de 0,5% em relação ao trimestre anterior, na série sazonalmente ajustada. Esse crescimento sucedeu uma queda de 0,1% verificada para o 3º trimestre do ano. O aumento foi consequência das variações positivas nos Serviços (0,5%) e na Agropecuária (5,8%); a Indústria teve queda (-1,2%). Dentro do setor de Serviços, o Comércio teve queda de 2,0% nesta comparação

Comparativamente ao 4º trimestre de 2020, o PIB registrou aumento de 1,6%, refletindo a variação positiva dos serviços, uma vez que a agropecuária e a indústria tiveram recuos nessa comparação. Os serviços tiveram aumento de 3,3%, com retração em dois de seus seis componentes, sendo que o comércio foi destaque negativo (-2,9%). Na agropecuária, houve recuo de 0,8%, provocado especialmente pela queda de safras importantes desse período como cana de açúcar (-10,1%) e mandioca (-2,4%). Na indústria, houve queda de 1,3%, com destaque negativo para a Indústria de Transformação, que teve recuo de 6,9%. Do lado da demanda, o consumo das famílias teve aumento de 2,1%, enquanto o consumo da administração pública variou 2,8%. A formação bruta de capital fixo (que mede a parcela de produto utilizada para realizar investimentos) teve aumento de 3,4%. Quanto ao setor externo, as exportações tiveram alta de 3,3%, enquanto as importações cresceram 3,7%.

Os dados do último trimestre de 2021 trazem uma série de informações relevantes. O crescimento com relação ao 3º trimestre tira o Brasil oficialmente da recessão técnica, mas mostra uma economia apática que cresce de lado. Atualmente, o PIB brasileiro é 0,5% maior do que o que tínhamos no último trimestre de 2019, que marca o período pré-pandemia. Isso significa numa tradução livre, que, de maneira global, pagamos a crise. Entretanto, indubitavelmente saímos mais pobres. Depois do PIB per capita ter apresentado queda de 4,6% em 2020, em 2021 só houve aumento de 3,9% (o PIB per capita ficou em R$ 40.688,10 em 2021). Para 2022, há poucos “drives” de crescimento. Com inflação alta e juros crescendo, indubitavelmente, teremos um ano desafiador.

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